
Título: La mujer de mi hermano
Autor: Jaime Bayly
Sinopse: Una relación que se deteriora da margen a una nueva, desenfrenada y pasional, creando un triángulo amoroso entre dos hermanos y una hermosa mujer. Zoe está casada con Ignacio, un banquero exitoso. Su matrimonio, aunque aparentemente feliz, forma la base de un triángulo cuyo tercer vértice es Gonzalo, un pintor solitario y bohemio, hermano menor de Ignacio. Surge así entre ellos una trama perturbadora, que pone en cuestión las convicciones y las convenciones sociales en las que se fundan sus vidas, y donde se revelan sórdidos secretos familiares y se contraponen la lealtad y la traición, la nobleza y la rebeldía, la contención y el deseo, el odio y el amor. «Lo que importa es que esa llamada telefónica fortuita e impertinente me dejó tan rabiosamente perturbado que tuve que sentarme a escribir esta novela. Y esto es lo que salió. Y cuando salió, mis siete hermanos se sintieron aludidos y algunos me insultaron en privado o por periódico». Jaime Bayly
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La mujer de mi hermano”, de Jaime Bayly, publicado pela editora Punto de Lectura e em 2013, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Punto de Lectura
Páginas: 0
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9786124128127
Sobre a editora
Os livros da editora PUNTO DE LECTURA apresentam um convite à reflexão por meio de narrativas que exploram as complexidades das relações humanas, da arte e da identidade. A experiência de leitura frequentemente traz personagens imersos em dilemas pessoais profundos, seja no cenário urbano cotidiano ou em contextos históricos e fantásticos, com um tom que varia do introspectivo ao levemente irônico. O catálogo reúne obras que transitam entre o romance psicológico, o suspense e a literatura fantástica, com uma linguagem que pode ser tanto poética quanto direta, sempre focada em revelar camadas sutis da condição humana. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma tensão crescente e mistério, enquanto outras se dedicam a um olhar mais contemplativo e sensível sobre o cotidiano e as emoções.
