
Título: La musa rebelde (Bolsillo)
Autor: ELIZABETH HICKEY
Sinopse: Sólo los artistas pudieron comprender su belleza. Por una llamativa languidez que contrasta con su cabellera negra y la excepcional rareza de sus rasgos, Jane Burden sufre el vituperio constante de los vecinos de Holywell Street, uno de los barrios más deprimidos del Oxford victoriano. El destino, no obstante, le permitirá conocer al apasionado pintor italiano Dante Gabriel Rossetti, que acabará transformándola en todo un modelo de la belleza prerrafaelita. De la mano del pintor, Jane irá conociendo a importantes personalidades de la élite cultural de la época que la sacarán de los suburbios; entre ellos destacará el adinerado William Morris, un escritor poco agraciado, fundador del British Arts & Crafts Movement. El triángulo amoroso está servido. Jane se debatirá entre la tentación carnal y la estabilidad del compromiso, pendiente del hilo de amistad que une a estos dos artistas, a la vez que ascenderá socialmente hasta convertirse en un icono de la moda inglesa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La musa rebelde (Bolsillo)”, de ELIZABETH HICKEY, publicado pela editora PUNTO DE LECTURA, em 2011 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: PUNTO DE LECTURA
Páginas: 384
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788466315807
Sobre a editora
Os livros da editora PUNTO DE LECTURA apresentam um convite à reflexão por meio de narrativas que exploram as complexidades das relações humanas, da arte e da identidade. A experiência de leitura frequentemente traz personagens imersos em dilemas pessoais profundos, seja no cenário urbano cotidiano ou em contextos históricos e fantásticos, com um tom que varia do introspectivo ao levemente irônico. O catálogo reúne obras que transitam entre o romance psicológico, o suspense e a literatura fantástica, com uma linguagem que pode ser tanto poética quanto direta, sempre focada em revelar camadas sutis da condição humana. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma tensão crescente e mistério, enquanto outras se dedicam a um olhar mais contemplativo e sensível sobre o cotidiano e as emoções.
