
Título: La nouvelle sociologie des sciences
Autor: Michel Dubois
Sinopse: La nouvelle sociologie des sciences réunit un ensemble d'études consacrées aux programmes de recherche dits " fort " et " constructiviste ". Ces programmes, véritables orthodoxies en sociologie des sciences, ont en commun de se focaliser sur le processus de la recherche et d'en donner une représentation singulière : " relativiste " pour le premier, " contingentiste " pour le second. Là où les ouvrages existants consacrés à ces programmes prennent essentiellement le parti de la description, il revendique celui de l'analyse critique. Il propose une réflexion d'ensemble sur les limites de ces approches sociologiques et sur la représentation des sciences qui s'y rapportent : limites de la conception générale de l'explication sociologique et de ses applications, du caractère inédit de ses thèses et principes généraux, de la transposition de données et démarches venues de disciplines voisines, etc. L'ouvrage vient à la suite de l'affaire Sokal au cours de laquelle les représentants de la " nouvelle sociologie des sciences " ont été ouvertement pris à parti par une partie de la communauté scientifique. Il n'invite pas à l'abandon de l'analyse sociologique du processus de recherche mais à une redéfinition des modalités de cette analyse.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La nouvelle sociologie des sciences”, de Michel Dubois, publicado pela editora Presses Universitaires de France, em 2001 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presses Universitaires de France
Páginas: 272
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2130514324
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Presses Universitaires de France apresentam um perfil marcado pela reflexão crítica sobre ciências humanas e sociais, filosofia e literatura, com textos que exploram desde a sociologia clássica até debates contemporâneos sobre o digital e a epistemologia. A leitura costuma exigir atenção ao rigor conceitual e à argumentação densa, com obras que transitam entre análises históricas e filosóficas, por vezes com tom didático, outras vezes mais ensaístico. O catálogo sugere uma diversidade entre abordagens mais narrativas, como a discussão do romance histórico, e outras mais informativas, como estudos sociológicos e filosóficos. O leitor encontra aqui um convite a pensar questões complexas, muitas vezes com linguagem técnica, mas sempre com uma preocupação evidente em contextualizar temas atuais a partir de fundamentos teóricos.
