
Título: La ragazza di Scampia
Autor: Francesco Mari
Sinopse: Una vita ordinaria dalla quale proiettare altre identità: ecco a voi Franco, funzionario della pubblica amministrazione napoletana, una vita tranquilla (anche troppo), relazioni difficili con le donne (ma nemmeno tanto) e una passione, la scrittura, che di colpo si trasforma nell'occasione per un salto di qualità. L'obiettivo, quindi, diventa convincere l'editor di una grande casa editrice del Nord che la storia scritta da Franco, riportata da tale Jenny Marvizzo e riguardante l'eroica Stella, sia scottante cronaca ambientata a Scampia. In odore di scoop, 'La ragazza di Scampia' (questo il titolo del reportage) diventa un grande affare; peccato che la realtà non sia mai la verità: siamo proprio sicuri che Napoli, la camorra, Scampia, l'intera vicenda di Stella non siano mera invenzione romanzesca? Del resto, come pensa l'editor: "La verità è che 'sti napoletani abitano dentro un noir a cielo aperto".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La ragazza di Scampia”, de Francesco Mari, publicado pela editora Fazi, em 2014 e com 252 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Fazi
Páginas: 252
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788876254314
ISBN13: 9788876254314
Sobre a editora
Os livros da editora Fazi costumam explorar narrativas densas, muitas vezes com personagens que enfrentam conflitos internos profundos e ambientes carregados de tensão psicológica. A experiência de leitura frequentemente envolve tramas que misturam realidade e fantasia, criando atmosferas de suspense e mistério que desafiam o leitor a distinguir o que é verdadeiro. O catálogo sugere uma preferência por histórias que se desenrolam em cenários tanto contemporâneos quanto históricos, com foco em dilemas pessoais, relações complexas e contextos sociais ou políticos marcantes. O tom varia entre o sombrio e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto acelerado, em jogos de intriga, quanto mais pausado, em relatos autobiográficos ou biográficos.
