
Título: La senda oscura
Autor: Åsa Larsson
Sinopse: Está oscuro en el norte de Suecia y una tormenta de nieve azota el lago helado de Torneträsk. Buscando cobijo del frío mortal, un pescador encuentra el cadáver de una joven en una cabaña. La víctima es Inna Wattrang, una ejecutiva ejemplar de la empresa minera Kallis Mining. Anna-Maria Mella, la inspectora encargada del caso, necesita la ayudade un experto en leyes, y conoce al mejor: Rebecka Martinsson. Juntas inician una investigación a dos bandas que parece revelar una siniestra relación entre el entorno de la víctima y el dueño de la compañía.Åsa Larsson es ya una de las autoras de novela negra más reconocidas del mundo y queridas en nuestro país. Aurora boreal y Sangre derramada, sus anteriores novelas, han sido un éxito de ventas aclamado por la crítica. Pero nada de lo que se pueda decir preparará al lector para la sacudida emocional de La senda oscura, un escalofriante relato que deja al descubierto la fragilidad del alma humana.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La senda oscura”, de Åsa Larsson, publicado pela editora Seix Barral, em 2011 e com 464 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seix Barral
Páginas: 464
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788432228810
ISBN13: 9788432228810
Sobre a editora
Os livros da editora Seix Barral costumam apresentar uma narrativa que mescla rigor histórico e sensibilidade literária, explorando temas como conflitos políticos, memória familiar e dilemas éticos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, imersos em contextos sociais e históricos densos, onde o real e o ficcional se entrelaçam para provocar reflexão. O catálogo inclui desde obras com ritmo de thriller legal até poemas que dialogam com tradições poéticas e metapoéticas, revelando uma diversidade entre o mais narrativo e o mais ensaístico. O tom varia do íntimo ao coletivo, com atenção a questões de identidade, poder e memória, sempre com uma linguagem que privilegia a profundidade e a reflexão.
