
Título: La utilidad de lo inútil: Manifiesto
Autor: Nuccio Ordine
Sinopse: El oxímoron evocado por el título La utilidad de lo inútil merece una aclaración. La paradójica utilidad a la que me refiero no es la misma en cuyo nombre se consideran inútiles los saberes humanísticos y, más en general, todos los saberes que no producen beneficios. En una acepción muy distinta y mucho más amplia, he querido poner en el centro de mis reflexiones la idea de utilidad de aquellos saberes cuyo valor esencial es del todo ajeno a cualquier finalidad utilitarista. […] Si dejamos morir lo gratuito, si renunciamos a la fuerza generadora de lo inútil, si escuchamos únicamente el mortífero canto de sirenas que nos impele a perseguir el beneficio, sólo seremos capaces de producir una colectividad enferma y sin memoria que, extraviada, acabará por perder el sentido de sí misma y de la vida. Y en ese momento, cuando la desertificación del espiritu nos haya ya agostado, será en verdad difícil imaginar que el ignorante homo sapiens pueda desempeñar todavía un papel en la tarea de hacer más humana la humanidad.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La utilidad de lo inútil: Manifiesto”, de Nuccio Ordine, publicado pela editora Acantilado, em 2024 e com 172 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Acantilado
Páginas: 172
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8415689926
ISBN13: 9788415689928
Sobre a editora
Os livros da editora Acantilado apresentam uma leitura marcada pela profundidade histórica e literária, onde o passado se entrelaça com reflexões sobre a condição humana e a memória. Suas obras frequentemente exploram dilemas éticos, crises de identidade e narrativas que oscilam entre o íntimo e o coletivo, com uma prosa que pode ser ao mesmo tempo densa e envolvente. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com grandes temas — como liberdade, amor, poder e isolamento — em contextos que vão do século XVI até o século XX, incluindo reconstruções cuidadosas de histórias e personagens. Há uma atenção especial à complexidade das emoções e ao exame da subjetividade, seja por meio de cartas, relatos autobiográficos ou ficção histórica.
