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La vida: instrucciones de uso

Título: La vida: instrucciones de uso

Autor: Georges Perec

Sinopse: Considerada desde su aparición como una obra maestra y se le concedió el prestigioso Premio Médicis. Con los años su importancia no ha dejado de crecer. Así, esta obra maestra inclasificable de la que se ha dicho que es un compendio tan enciclopédico como la comedia de dante o los cuentos de canterbury de chaucer, y, por su ruptura con la tradición, tan estimulante como el Ulises de Joyce- fue galardonada como la mejor novela de la década 1975-1985 en la encuesta realizada por le monde en el salon du livre de 1985.entre la primer aidea de la noveal y su realización transcurrieron nueve años. Perec hablaba así de su proyecto:en otra ocasión afirmaba que .efectivamente, cada capítulo se parece a un fragmento de un gigantesco, facinante puzzle, cuya la constituye una casa parisina de la calle Simon-Crubellier: Cada pieza del puzzle es un capítulo y lleva una indicación sobre sus inquilinos de hoy y de ayer, reconstruyendo los objetos, las acciones los recuerdo, las sensaciones, las fantasmagoría. Siguiendo el orden sabiamente entretejido por perrec, asistimos a la formación de un microcosmos construido por una seride de

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La vida: instrucciones de uso”, de Georges Perec, publicado pela editora Anagrama, em 1992 e com 640 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Anagrama

Páginas: 640

Ano: 1992

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 8433920588

ISBN13: 9788433920584

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Georges Perec é uma experiência que oscila entre a atenção minuciosa ao cotidiano e uma reflexão profunda sobre a existência e o espaço. Sua escrita pode ser tanto detalhista e quase documental, como nas descrições precisas de ambientes e objetos, quanto introspectiva e até desconcertante, como no mergulho em estados de indiferença ou isolamento. O ritmo varia do contemplativo ao tenso, com personagens que parecem presos entre desejos materiais e a busca por sentido, criando uma tensão entre o mundo externo e a subjetividade. A prosa combina uma precisão quase científica com uma sensibilidade impressionista, convidando o leitor a observar o trivial sob uma nova luz. Essa combinação faz dos livros de Georges Perec uma leitura que provoca perguntas sobre o que constitui nossa relação com o espaço, o tempo e as coisas que nos cercam.

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