
Título: La vita agra
Autor: Luciano Bianciardi
Sinopse: "La vita agra" segnò per Luciano Bianciardi il momento dell'autentico successo, un successo che non tardò a fare entrare in sofferenza un intelletto indipendente come il suo. Il romanzo, ampiamente autobiografico, vede il protagonista lasciare la provincia e con essa la moglie e il figlioletto per andare a vivere a Milano. L'intento iniziale è far saltare un grattacielo, per vendicare i minatori morti in un incidente causato dalla scarsa sicurezza sul lavoro (il riferimento è all'incidente alla miniera di Ribolla del 1954, in cui persero la vita quarantatré minatori). Ma il protagonista vive in perenne bilico fra voglia di far esplodere il sistema e desiderio di esserne riconosciuto... A cinquant'anni dalla prima pubblicazione nel 1962, "La vita agra" resta uno sguardo sulle conseguenze umane e sociali del boom economico italiano, ricco di una scrittura irrequieta, precisa, impossibile da imbrigliare. Al romanzo si ispirò il celebre film "La vita agra" di Carlo Lizzani, con Ugo Tognazzi che interpretava il Bianciardi/protagonista.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La vita agra”, de Luciano Bianciardi, publicado pela editora Feltrinelli, em 2019 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Feltrinelli
Páginas: 208
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788807892325
Sobre a editora
Os livros da editora Feltrinelli oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o íntimo e o histórico, o real e o metafórico. As obras frequentemente exploram conflitos humanos profundos, como a solidão, a perda e a busca por sentido, em cenários que vão desde ambientes urbanos contemporâneos até contextos históricos e geopolíticos complexos. O catálogo sugere uma predileção por textos que combinam uma escrita cuidadosa e envolvente, ora com ritmo mais introspectivo e psicológico, ora com um tom investigativo e jornalístico. Há também espaço para narrativas que dialogam com a memória coletiva e questões sociais, além de incursões em temas filosóficos e existenciais.
