
Título: La Zapatera Prodigiosa
Autor: Federico García Lorca
Sinopse: "La zapatera prodigiosa" es una farsa que revive las sales de Beaumarchais y de Goldoni, teñida por las huellas de Cervantes. «Yo hubiera calificado a La zapatera prodigiosa -declaraba en 1933 Federico García Lorca (1898-1936)- como "pantacomedia", si la palabra no me sonara a farmacia... Y es que, como ustedes han podido ver, la obra es casi un ballet, es una pantomima y una comedia al mismo tiempo.» Y añadía sobre su heroína dramática: «La zapaterita representa a todas las mujeres del mundo y también el alma humana. Por eso, la farsa, en el fondo, es un gran drama». Rigurosamente establecida con el texto de su última versión (1935), aquella que el poeta daba por definitivamente válida, la presente edición, a cargo de Mario Hernández, se acompaña con el complemento de varios e interesantes documentos. Acabamento: Paperback. Peso: 300g. Dimensões: 18 x 12 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “La Zapatera Prodigiosa”, de Federico García Lorca, publicado pela editora Alianza Editorial, em 2012 e com 256 páginas, integra a categoria Peças. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Alianza Editorial
Páginas: 256
Ano: 2012
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Espanhol
ISBN:
ISBN13: 9788420671796
Sobre a editora
Os livros da editora Alianza Editorial oferecem uma experiência de leitura marcada pela densidade literária e pelo diálogo entre tradição e inovação. O catálogo privilegia narrativas que exploram conflitos humanos profundos, como dilemas morais, identitários e existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou culturais específicos, como o Japão do século XX ou a Europa moderna. Há uma atenção especial a obras que combinam rigor intelectual com um tom reflexivo e, por vezes, crítico, seja na forma de ensaios que desconstroem preconceitos, seja em romances que mesclam realismo e elementos fantásticos. O ritmo das obras varia entre o mais contemplativo e o mais tenso, com personagens complexos que enfrentam desafios internos e externos em narrativas que estimulam a reflexão.
