
Título: Labirintos de Borges e Saramago: espaço, palavra e identidade
Autor: Cleomar Pinheiro Sotta
Sinopse: Este estudo crítico defende que é possível aproximar a produção narrativa de Jorge Luis Borges e José Saramago tendo como guia a imagem do labirinto, selecionando três grandes perspectivas em que ela se desdobra. A primeira delas é a espacial. Ambos os escritores tendem a descrever os ambientes por onde circulam os personagens, traçando uma analogia com as definições e características labirínticas acumuladas ao longo do tempo. Em segundo lugar está a evocação do labirinto na própria escrita, na forma de organizar os textos, na pontuação e, principalmente, no tom ensaístico-filosófico e nas notas digressivas intercaladas ao enredo. Por último, a busca pela identidade também se associa a vias labirínticas, na medida em que se compõe como um trajeto cheio de incertezas, objetivando chegar ao centro, isto é, ao encontro de um eu consigo mesmo e com um outro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Labirintos de Borges e Saramago: espaço, palavra e identidade”, de Cleomar Pinheiro Sotta, publicado pela editora SciELO, em 2022 e com 366 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SciELO
Páginas: 366
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Scielo oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas ligados às ciências humanas, sociais e da saúde. As obras costumam apresentar análises detalhadas de contextos sociais, culturais e profissionais, com foco em estudos de casos, pesquisas empíricas e reflexões críticas. O tom varia entre o informativo e o reflexivo, privilegiando uma linguagem que dialoga tanto com leitores especializados quanto com públicos interessados em compreender questões contemporâneas. O catálogo revela um equilíbrio entre abordagens mais narrativas, como relatos históricos e etnográficos, e textos mais analíticos, que problematizam práticas e políticas públicas.
