
Título: L'Amant de la Chine du Nord
Autor: Marguerite Duras
Sinopse: Escribe Marguerite Duras: B+[Cuando, en 1990, supe que el amante chino de El amante habia muerto hacia ya muchos anos] abandone el trabajo que estaba haciendo. Escribi la historia del amante de la China del Norte y de la nina. (b&) Escribi este libro en la enloquecida felicidad de escribirlo. Permaneci un ano en esta novela, encerrada en aquel ano de amorB; . Y si Marguerite Duras vuelve a esta historia extraordinaria es porque, como veremos, al revivirla reaparecen de pronto, con una nitidez y una precision hasta ahora ineditas, no solo los personajes de Thanh, el huerfano de las montanas de Siam, o del adorado hermano pequeno, el nino B+diferenteB; , incestuoso, o de la madre, ligeramente alelada, o de Helg-% Lagonelle, esa amistad B+raraB; , o del terrible hermano mayor, sino tambien, con detalles hasta ahora no contados, la trama de las extranas relaciones entre ellos. Aqui todos ellos hablan, B+se explicanB; , ocupan su lugar en la historia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’Amant de la Chine du Nord”, de Marguerite Duras, publicado pela editora Gallimard, em 1991 e com 246 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gallimard
Páginas: 246
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2070388093
ISBN13: 9782070388097
Sobre a editora
Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.
