
Título: Lampião: e sertão e sua gente
Autor: José Vieira Camelo Filho
Sinopse: No ano em que se completa 70 anos da morte de Lampião, Maria Bonita e mais nove companheiros do cangaço ocorrido na manhã de 28 de julho de 1938, numa emboscada que ficou conhecida como o Massacre de Angico, em Poço Redondo-SE, o projeto O Autor na Praça, recebe no dia 18 de outubro José Vieira Camelo Filho, o Prof. Zuza, com o livro Lampião, o sertão e sua gente e Antônio Amaury Corrêa de Araújo, com o livro Lampião e as cabeças cortadas, co-autoria com Luiz Ruben Bonfim. Na ocasião o Museu da Voz apresenta uma edição limitada de CDs com músicas, depoimentos e uma suposta entrevista de Lampião (incorporado por Jaci Alves da Silva, em uma sessão espírita em agosto de 1991) para o jornalista Luiz Ernesto Kawall. Contaremos com a participação especial do ator, palhaço e diretor Alessandro Azevedo, com uma intervenção personificando Lampião acompanhado de Maria Bonita e o ator Militão Rodrigues, apresentando trecho do monólogo Lampião, o cangaceiro capitão: O cartunista Junior Lopes marca presença realizando caricaturas do público. Saiba mais sobre Lampião no sítio oficial. Maiores informações sobre os livros e os convidados abaixo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lampião: e sertão e sua gente”, de José Vieira Camelo Filho, publicado pela editora UFMS, em 2001 e com 191 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: UFMS
Páginas: 191
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Ufms apresentam um recorte editorial que privilegia temas ligados à cultura regional, história política e estudos acadêmicos aprofundados. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em análises detalhadas, como as que abordam a formação política do Mato Grosso do Sul, ou investigações sobre ecossistemas locais, como o Pantanal e suas espécies. O tom varia entre o mais narrativo, quando trata de relatos históricos e culturais, e o didático, especialmente em obras que dialogam com a educação e a pesquisa acadêmica. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam rigor documental com uma linguagem acessível ao público interessado em conhecimento regional e científico.
