
Título: Lara: A menina que não tinha boneca
Autor: Lya Galavote
Sinopse: Depois de dar a luz a sua sexta filha (Lara), sob o olhar desaprovador do marido, que a recrimina em não lhe dar um filho homem, Elisa se afunda em uma severa dependência alcoólica, e coloca em risco a unidade familiar. A desintegração familiar comove Lara, que aos 11 anos, tão bem quer à mãe e aos irmãos, mas a crueldade e desconfiança de uma traição de Elisa faz com que Antônio a separe de seus sete filhos. Sob o olhar sutil de Lara, a vida transcorre cheia de conquistas. O título da obra faz menção à frustração de Lara por ter crescido sem uma boneca sequer para chamar de sua. Em meio à coibição paterna, Lara consegue lacunas para se impor, revelando uma personalidade firme, que a levará à abertura de seus próprios caminhos e até fugas para viver a melhor fase da adolescência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lara: A menina que não tinha boneca”, de Lya Galavote, publicado pela editora Multifoco, em 2012 e com 199 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Multifoco
Páginas: 199
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8579618878
ISBN13: 9788579618871
Sobre a editora
Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.
