
Título: LARANJA-DA-CHINA
Autor: Machado
Sinopse: BRÁS BEXIGA E BARRA FUNDA - LARAJNJA DA CHINA COLEÇÃO GRANDES MESTRES DA LITERATURA BRASILEIRA Obra fundamental de Alcântara Machado, ele recorre a personagens como Bianca, Carmela e Nino, assim como a bondes e automóveis, para originar os conflitos narrados. Estes conduzem o leitor ao universo da colônia italiana instalada em São Paulo, nas primeiras décadas do século XX, registrando seus hábitos, tradições e características linguísticas, em que italiano e português se mesclam de forma originalíssima, e cuja influência até hoje é traço distintivo dos paulistanos. Já em Laranja da China, coletânea de breves narrativas, o autor se concentra no dia a dia da pequena burguesia e da elite paulistana, satirizando o nacionalismo ufanista dessa parcela da sociedade, que, mesmo tendo nomes de personagens históricas, como Platão, Cícero e Jesus, não passam de anônimos sem nenhuma relevância.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “LARANJA-DA-CHINA”, de Machado, publicado pela editora Editora Lafonte, em 2019 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Lafonte
Páginas: 96
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8581863418
ISBN13: 9788581863412
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Lafonte oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o reflexivo, com obras que exploram desde os dilemas sociais e morais até a filosofia e a aventura. O catálogo apresenta narrativas que frequentemente abordam conflitos humanos profundos, como preconceito racial, críticas à sociedade e busca por autoconhecimento, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou culturais específicos. Há também espaço para textos que estimulam a reflexão filosófica e ética, com linguagem que pode variar do denso ao acessível, contemplando desde romances até ensaios e livros ilustrados. Essa diversidade sugere uma curadoria que valoriza o diálogo entre tradição literária e temas universais, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto envolvente.
