
Título: Las Embajadas
Autor: Roger Peyrefitte
Sinopse: Tres novelas, un drama y dos libros de cuentos habia publicado Roger Peyrefitte antes de lograr amplia notoriedad como novelista con su obra "Las Embajadas", que llega ahora a la 6a. edición. Su autor, que ha pertenecido a la Carrera -como los funcionarios de relaciones exteriores denominan en Francia a los servicios diplomáticos-, publicó más tarde numerosas novelas con igual éxito de critica y de público. Quienes supusieron que la experiencia directa del autor -en una actividad que por su naturaleza raramente llega a conocimento del público en sus detalles intimos- agregaria un nuevo interés a una obra de cuyos méritos literarios no se podia dudar, no estuvieron desacertados. Peyrefitte se despoja de todo prejuicio, de la menor prevención y aborda la tarea de darnos a conocer una embajada de tal como es en realidad, sin disimulo alguno y preocupado tan solo de lograr con la mayor fidelidad posible esta magistral pintura del ambiente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Las Embajadas”, de Roger Peyrefitte, publicado pela editora Editorial Sudamericana, em 1966 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editorial Sudamericana
Páginas: 304
Ano: 1966
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Editorial Sudamericana costumam apresentar uma leitura que mescla narrativa literária com reflexões culturais e históricas, frequentemente ambientadas em contextos latino-americanos ou europeus. A experiência de leitura varia entre a densidade emocional de dramas pessoais e a clareza didática de ensaios que exploram temas como memória, política e sociedade contemporânea. O catálogo sugere uma predileção por obras que abordam conflitos íntimos, como relações interpessoais e dilemas éticos, ao lado de análises críticas e relatos históricos. Em muitos casos, o tom é sóbrio, com ritmo que pode alternar entre o envolvimento narrativo e a reflexão pausada.
