
Título: Las Flores del mal
Autor: Charles Baudelaire
Sinopse: Baudelaire retrata en estos poemas el amor, la depravación del hombre, la desesperación y la muerte sentando las bases de la estética de la vanguardia simbolista que influyó en autores como Rilke, Rimbaud o Valéry. En esta edición, prologada y traducida por Carlos Pujol, se incluyen los seis poemas prohibidos que figuraban en la primera edición de Las flores del mal y veinte poemas más del autor publicados a posteriori. «Baudelaire, que es aún un romántico, es ya un simbolista, está siempre mostrándonos su corazón al desnudo, pero su verso va más allá de la anécdota personal para adquirir el misterioso valor de la palabra en sí. Se sueña a sí mismo con una pasión y un arte que convierten el sueño en poesía, en música significativa. Y detrás de los sueños, la fe y las palabras le hacen inmortal.» De la introducción de Carlos Pujol
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Las Flores del mal”, de Charles Baudelaire, publicado pela editora Austral, em 2011 e com 302 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Austral
Páginas: 302
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788408103370
Sobre a editora
Os livros da editora Austral costumam oferecer uma experiência de leitura marcada pelo diálogo entre clássicos da literatura e reflexões profundas sobre a condição humana. As sinopses indicam uma predileção por obras que transitam entre o drama existencial e a análise crítica da sociedade, frequentemente ambientadas em contextos históricos ou culturais densos, como a Espanha do século XVI ou os campos de concentração nazistas. O tom varia entre o melancólico e o irônico, com narrativas que exploram desde dilemas éticos até a complexidade das emoções humanas, sempre com uma linguagem cuidada e um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso. O catálogo da Austral revela uma diversidade que inclui poesia, narrativa curta e ensaios, alternando obras mais narrativas com outras de caráter mais reflexivo e filosófico.
