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Las once mil vergas

Título: Las once mil vergas

Autor: Guillaume Apollinaire

Sinopse: Apollinaire publicó Las once mil vergas con sus iniciales entre 1906 y 1907, destinada a un círculo muy restringido, y pronto todos los salones mundanos y literarios de París hablaban de ella en voz baja. Sin embargo, en los círculos culturales de vanguardia la identidad del autor de Las once mil vergas era un secreto a voces –Pierre Mac Orlan poseía un ejemplar de la primera edición con una dedicatoria del autor–. Picasso, Braque, Jacob, Bretón, Eluard y Aragón, entre otros, reivindicaron a Apollinaire como uno de los precursores del surrealismo. Un catálogo clandestino de libros eróticos, fechado en 1907, decía lo siguiente sobre Las once mil vergas: «Deja muy atrás las obras más escandalosas del divino marqués ... No se ha escrito nada más aterrador que la orgía en el coche-cama, culminada por un doble asesinato ... Nada más conmovedor que el episodio de la japonesa Kilyemu, cuyo amante, afeminado confeso, muere empalado tal como ha vivido ... Hay escenas de vampirismo sin precedentes cuya actriz principal es una enfermera de la Cruz Roja, bella como un ángel, que, insaciable, viola a los muertos y a los heridos ... Las escenas de pederastia, de safismo, de necrofilia, de escatomanía, de bestialidad se combinan de la forma más armoniosa...»

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Las once mil vergas”, de Guillaume Apollinaire, publicado pela editora Valdemar, em 2008 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Valdemar

Páginas: 168

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9788477026198

ISBN13: 9788477026198

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Guillaume Apollinaire traz um encontro entre o experimental e o lírico, onde a linguagem se dobra para formar imagens visuais e sonoras que desafiam a linearidade tradicional. A prosa e a poesia se entrelaçam em ritmos que ora aceleram, ora se tornam contemplativos, refletindo um olhar atento às transformações do tempo, espaço e da experiência humana. Há uma tensão constante entre o íntimo e o externo, marcada por uma sensibilidade que transita entre o humor mordaz e a aspereza das temáticas, como a guerra e o erotismo. Seus textos frequentemente propõem uma reflexão sobre a modernidade e a ruptura com formas convencionais, provocando o leitor a questionar a relação entre forma e conteúdo. Essa experiência se revela tanto em poemas visuais quanto em narrativas curtas que exploram o fantástico, o erótico e o histórico.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Valdemar convidam o leitor a um mergulho em universos literários onde o fantástico, o gótico e o terror se entrelaçam com uma narrativa que privilegia o clima de mistério e a atmosfera sombria. O catálogo revela um predomínio de obras que exploram o sobrenatural, o horror cósmico e a fantasia sombria, muitas vezes ambientadas em cenários históricos ou exóticos, com personagens que transitam entre o real e o imaginário. A linguagem costuma ser rica em detalhes e com ritmo que alterna entre o suspense crescente e momentos de reflexão filosófica, atraindo leitores que apreciam tramas densas e envolventes. Além disso, há uma atenção especial a textos que dialogam com o imaginário clássico e a tradição literária do fantástico, com obras que vão do romantismo alemão ao horror moderno.

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