
Título: Le Bourgeois gentilhomme
Autor: Molière
Sinopse: "Monsieur Jourdain : Et comme l´on parle, qu´est-ce que c´est donc que cela ? Maître de philosophie : De la prose. Monsieur Jourdain : Quoi ? Quand je dis : "Nicole apportez-moi mes pantoufles et me donnez mon bonnet de nuit", c´est de la prose. Maître de philosophie : Oui, Monsieur. Monsieur Jourdain : Par ma foi, il y a plus de quarante ans que je dis de la prose sans que j´en susse rien, et je vous suis le plus obligé du monde de m´avoir appris cela." Lorsque Molière fait jouer pour la première fois Le Bourgeois gentilhomme à Chambord en 1670 devant le Roi et la cour, Monsieur Jourdain n´est pas seulement un père qui entrave les projets de mariage de sa fille. Car, bien au-delà de cette histoire d´amour traditionnelle, la comédie-ballet se déploie en un grand spectacle avec danses et musique, où le comique et la satire prennent constamment pour cible le bourgeois qui s´est mis en tête de devenir gentilhomme et finit en mamamouchi ridicule. Héros de l´illusion comme Tartuffe, monomane comme Harpagon, rien ne peut l´arracher à sa folie de noblesse.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le Bourgeois gentilhomme”, de Molière, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2007 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 160
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: francês
ISBN:
ISBN13: 9782253037804
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
