
Título: Le Chancellor
Autor: Jules Verne
Sinopse: Les passagers qui montent à bord du Chancellor à destination de Liverpool ignorent qu’ils s’apprêtent à vivre de terribles épreuves, dont ils ne sortiront pas tous vivants : incendie, tempête, naufrage, dérive sur un radeau, cannibalisme… S’inspirant du tragique épisode de la Méduse, Jules Verne écrit ce roman sous la forme d’un journal de bord ; à travers les yeux d’un passager, le lecteur suit le destin d’hommes et de femmes luttant pour leur survie et dont la force morale ne surmontera pas toujours la sauvagerie. Sur le thème de la frontière ténue qui sépare la civilisation de la barbarie, Jules Verne écrit là, selon ses termes, un texte « d’un réalisme effrayant ». Acabamento: Paperback. Peso: 388g. Dimensões: 17.5 x 11 x 1.2.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Le Chancellor”, de Jules Verne, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2008 e com 288 páginas, integra a categoria Romance - Estrangeiro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 288
Ano: 2008
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Francês
ISBN:
ISBN13: 9782253088714
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
