
Título: Le Corbusier: Riscos brasileiros
Autor: Elizabeth D. Harris
Sinopse: Em pesquisa realizada no Brasil, na França e nos Estados Unidos, a autora reconstitui com grande seriedade e ampla documentação os percursos, as atividades e os projetos que Le Corbusier, um dos grandes pioneiros da arquitetura moderna mundial, realizou aqui no Brasil. O livro recupera e analisa as três estadias do arquiteto entre nós, em 1929, 1936 e 1962; seus projetos para o Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília e em particular se detém sobre os planos para o edifício construído sob a gestão de Gustavo Capanema para o então Ministério da Educação e Cultura, projetado em 1935 e inaugurado dez anos depois. Força inspiradora da nova arquitetura brasileira, a estrutura partiu de um esboço de Le Corbusier, modificada por uma equipe de arquitetos brasileiros, coordenada por Lúcio Costa e integrada por Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, Jorge Moreira e Ernani Vasconcellos, este grupo se uniu aos outros que acompanharam de perto a atuação do grande mestre na vanguarda de nossa arquitetura moderna.
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “Le Corbusier: Riscos brasileiros”, de Elizabeth D. Harris, publicado pela editora Studio Nobel, em 1976 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Studio Nobel
Páginas: 216
Ano: 1976
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8521304692
ISBN13: 9788521304692
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Studio Nobel transporta o leitor para universos que transitam entre a fantasia poética e a reflexão crítica sobre a cidade e a cultura. Em suas obras, é comum encontrar narrativas que exploram a imaginação infantil, como histórias de viagens mágicas e personagens que se relacionam com elementos naturais e urbanos, ao mesmo tempo em que há textos que investigam a complexidade das metrópoles sob um olhar antropológico e sociológico. O catálogo revela uma diversidade que vai do encantamento lúdico, com histórias para crianças, até ensaios densos sobre modernidade, identidade cultural e arte indígena, com linguagem que pode variar do sensível ao rigoroso. Essa alternância entre o narrativo e o informativo cria um ritmo que desafia o leitor a passear entre o sonho e a análise, sempre com atenção à dimensão simbólica e social.
