
Título: Le musée de l'Innocence (Folio)
Autor: Orhan Pamuk
Sinopse: Kemal, un jeune homme d’une trentaine d’années, est promis à Sibel, issue comme lui de la bonne bourgeoisie stambouliote, quand il rencontre Füsun, une parente éloignée et plutôt pauvre. Il tombe fou amoureux de la jeune fille, et sous prétexte de lui donner des cours de mathématiques, la retrouve tous les jours dans l’appartement vide de sa mère. En même temps, il est incapable de renoncer à sa liaison avec Sibel. C’est seulement quand Füsun disparaît, après les fiançailles entre Sibel et Kemal célébrées en grande pompe, que ce dernier comprend à quel point il l’aime. Kemal rend alors visite à sa famille et emporte une simple réglette lui ayant appartenu : ce sera la première pièce du musée qu’il consacrera à son amour disparu. Puis, il avoue tout à Sibel et rompt les fiançailles. Quand, quelque temps après, Kemal retrouve la trace de Füsun, mariée à son ami d’enfance Feridun, son obsession pour la jeune femme montera encore d’un cran… Le musée de l’innocence est un grand roman nostalgique sur l’amour, le désir et l’absence, une nouvelle preuve de l’immense talent de l’écrivain turc.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le musée de l’Innocence (Folio)”, de Orhan Pamuk, publicado pela editora Gallimard, em 2011 e com 825 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gallimard
Páginas: 825
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2070786595
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.
