
Título: Leaving the Atocha station
Autor: Ben Lerner
Sinopse: Adam Gordon is a brilliant, if highly unreliable, young American poet on a prestigious fellowship in Madrid, struggling to establish his sense of self and his relationship to art. Instead of following the dictates of his fellowship, Adam’s “research” becomes a meditation on the possibility of the genuine in the arts and beyond: are his relationships with the people he meets in Spain as fraudulent as he fears his poems are? Is poetry an essential art form, or merely a screen for the reader’s projections? A witness to the 2004 Madrid train bombings and their aftermath, does he participate in historic events or merely watch them pass him by? In prose that veers between the comic and tragic, the self-contemptuous and the inspired, Leaving the Atocha Station is a portrait of the artist as a young man in an age of Google searches, pharmaceuticals, and spectacle.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Leaving the Atocha station”, de Ben Lerner, publicado pela editora Coffee House Press, em 2011 e com 181 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Coffee House Press
Páginas: 181
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1566892740
ISBN13: 9781566892742
Sobre a editora
Os livros da editora Coffee House Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por uma mistura de intensidade emocional e reflexões profundas sobre identidade, memória e conflito social. As narrativas frequentemente exploram temas como raça, gênero, sexualidade e trauma, com uma linguagem que varia entre o poético e o ensaístico, passando por contos de suspense psicológico e relatos de resistência cultural. O tom pode ser tanto visceral e direto quanto experimental e fragmentado, convidando o leitor a navegar entre o íntimo e o político. O catálogo revela obras que dialogam com questões contemporâneas, muitas vezes atravessadas por tensões raciais e históricas, mas também por momentos de humor ácido e ironia. Essa diversidade se manifesta em textos que ora são mais narrativos, com personagens complexos e cenários urbanos ou históricos, ora mais informativos e críticos, como ensaios feministas e relatos de true crime.
