
Título: L'échiquier du mal: tome 2
Autor: Dan Simmons
Sinopse: Ils ont le Talent. Ils ont la capacité de pénétrer dans notre esprit pour nous transformer en marionnettes au service de leurs perversions et de leur appétit de pouvoir. Ils tirent les ficelles de l'histoire. Sans eux, le nazisme n'aurait peut-être pas été cette monstruosité dont nous avons du mal à nous remettre, Lee Oswald n'aurait peut-être pas été abattu par Jack Ruby, John Lennon n'aurait peut-être pas été assassiné devant chez lui, les fanatismes de tous les ordres ne se réveilleraient peut-être pas de façon aussi systématique et nombre de flambées de violence, tueries, accidents inexpliqués n'auraient peut-être pas ensanglanté notre époque. Car ils se livrent aussi entre eux, par « pions » interposés, à une guerre sans merci. A qui appartiendra l'omnipotence ? A celui qui aura le plus soif de pouvoir. Ce sont des vampires psychiques...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’échiquier du mal: tome 2”, de Dan Simmons, publicado pela editora Denoël, em 2000 e com 533 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Denoël
Páginas: 533
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2207248518
ISBN13: 9782207248515
Sobre a editora
Os livros da editora Denoël costumam mergulhar em narrativas intensas, onde o psicológico e o humano se entrelaçam em conflitos profundos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens enfrentando dilemas morais e situações-limite, como duelos de vontade ou escolhas que dilaceram famílias. O tom varia entre o dramático e o poético, com momentos de humor sutil ou emoção contida, criando um ritmo que alterna tensão e reflexão. Há obras que exploram ambientes fechados e íntimos, enquanto outras se desenrolam em cenários amplos, como ilhas ou cidades marcadas por transformações sociais. O catálogo da Denoël sugere também uma atenção à complexidade das relações humanas, seja em contextos históricos ou contemporâneos.
