
Título: L'École des Femmes
Autor: Molière
Sinopse: Le mari cocu, en France, n'a jamais quitté la scène et rien ne laisse augurer de sa prochaine disparition. Au XIIe siècle, ce malheureux, source inépuisable de rire, avait même un patron : saint Amolphe. L'Amolphe de Molière - au demeurant fort touchant dans son amour pour Agnès - n'a qu'une idée en tête : ne pas « devoir une chandelle » au saint dont il porte le nom. Chrysalde, dans sa sagesse, a beau lui remontrer que cela vaut encore mieux que de traîner après soi une honnête diablesse qui vous fait cher payer « ce petit tort qu'elle ne vous fait pas », rien ne l'en fera démordre. Après tout, d'Arnolphe ou d'Agnès, le plus inno-cent des deux n'est peut-être pas celui qu'on pense ?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’École des Femmes”, de Molière, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 1986 e com 193 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 193
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2253038563
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
