
Título: Lee Miller: A Life
Autor: Carolyn Burke
Sinopse: Lee Miller’s life embodied all the contradictions and complications of the twentieth century: a model and photographer, muse and reporter, sexual adventurer and domestic goddess, she was also America's first female war correspondent. Carolyn Burke, a biographer and art critic, here reveals how the muse who inspired Man Ray, Cocteau, and Picasso could be the same person who unflinchingly photographed the horrors of Buchenwald and Dachau. Burke captures all the verve and energy of Miller’s life: from her early childhood trauma to her stint as a Vogue model and art-world ingénue, from her harrowing years as a war correspondent to her unconventional marriages and passion for gourmet cooking. A lavishly illustrated story of art and beauty, sex and power, Modernism and Surrealism, Lee Miller illuminates an astonishing woman’s journey from art object to artist.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Lee Miller: A Life”, de Carolyn Burke, publicado pela editora University of Chicago Press, em 2007 e com 426 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: University of Chicago Press
Páginas: 426
Ano: 2007-04-23
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0226080676
ISBN13: 9780226080673
Sobre a editora
Os livros da editora University of Chicago Press oferecem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual e narrativa acessível, transitando entre temas como história da ciência, filosofia, literatura clássica e ciências sociais. As obras frequentemente exploram processos históricos complexos, como a evolução da linguagem científica ou debates filosóficos, com um tom que varia do didático ao ensaístico, mantendo clareza e profundidade. O catálogo revela também interesse por estudos culturais e sociais detalhados, como etnografias contemporâneas e análises de identidades de gênero, além de textos que dialogam com tradições filosóficas e literárias antigas. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma narrativa envolvente, enquanto outras adotam um estilo mais reflexivo e analítico, sugerindo uma diversidade que vai do relato histórico à investigação crítica.
