
Título: Leila: Casada a Força
Autor: Leila
Sinopse: A tradição é a impossibilidade de dizer não. Jamais tive a liberdade de transgredir essa lei não escrita, escreve Leila nas primeiras páginas deste livro-depoimento. Aos vinte e um anos, Leila foi obrigada pelos pais a casar com um homem que ela jamais havia visto e de quem nunca ouvira falar. A história de Leila não é exceção nos dias de hoje. Somente na França, mais de 50 mil moças são vítimas de um casamento forçado. Leila, na verdade, chegou a transgredir algumas leis para a mulher muçulmana fumou escondida, fugiu com as amigas, arrumou um trabalho noturno para não ter de ficar com a família. Mas a culpa não a deixou romper de vez com a tradição. Leila não foi vendida para seu marido, como algumas vezes acontece. Meu pai acredita na tradição dos casamentos arranjados entre famílias e é sincero em sua obstinação de me fazer obedecer, de me obrigar a ocupar meu lugar ele não suportaria que sua filha vivesse de outra maneira, explica.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Leila: Casada a Força”, de Leila, publicado pela editora Planeta do Brasil, em 2005 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Planeta do Brasil
Páginas: 256
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Planeta do Brasil apresentam uma variedade que vai do ensaio histórico e biográfico a narrativas ficcionais e crônicas que exploram a vida cotidiana, a memória e conflitos pessoais. A leitura costuma alternar entre um tom reflexivo e uma narrativa que busca envolver o leitor em atmosferas densas, como em relatos de confrontos internos e sociais, ou em histórias marcadas por tensões familiares e dilemas morais. O catálogo sugere um interesse por temas como identidade, cultura brasileira, relações humanas complexas e também por abordagens que mesclam emoção e análise, com textos que transitam entre o poético e o didático.
