
Título: Leituras 2. A Região Dos Filósofos
Autor: Paul Ricoeur
Sinopse: Paralelamente a suas obras de filosofia fundamental, Paul Ricoeur não cessou de publicar artigos em revistas e prefácios cuja virtude pedagógica em nada desmerece a acuidade de seu pensamento. Nessa viagem encontraremos: as figuras do pensamento existencialista, em relação às quais Ricoeur manifesta sua distância ou proximidade, e autores que exerceram influência profunda sobre a obra de Ricoeur. A essas conversações filosóficas se seguem discussões com os principais representantes da corrente estruturalista, numa exposição rigorosa das fontes da antropologia estrutural e da gramática narrativa, enquanto simultaneamente se esclarece a noção de identidade narrativa, central da reflexão de Paul Ricoeur.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Leituras 2. A Região Dos Filósofos”, de Paul Ricoeur, publicado pela editora Edições Loyola, em 1996 e com 344 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 344
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515013347
ISBN13: 9788515013340
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,390
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
