
Título: Lembranças de Lennon
Autor: Jann S. Wenner
Sinopse: Disponível pela primeira vez na íntegra, o livro traz a polêmica entrevista de John Lennon feita pelo editor Wenner na cidade de Nova York, em dezembro de 1970. Com a sinceridade e a astúcia que lhe são peculiares, Lennon fala do rompimento dos Beatles, de suas canções preferidas com o grupo (e como eram feitas), de outros músicos (inclusive os Rolling Stones e Bob Dylan), de sua postura quanto à revolução e às drogas, e da ternura em seu relacionamento com Yoko Ono. Lembranças de Lennon apresenta um retrato instigante de um gênio complexo da música no auge da carreira. Por vezes agoniada e colérica, com freqüência reflexiva e tocante, a entrevista é indispensável para entender quem foi John Lennon e por que seu legado continua vivo ainda hoje.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lembranças de Lennon”, de Jann S. Wenner, publicado pela editora Conrad, em 2007 e com 166 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 166
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
