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Leopoldo Martins

Título: Leopoldo Martins

Autor: Jacob Klintowitz

Sinopse: Quando Leopoldo Martins foi para os Estados Unidos em 1983 e se inscreveu nos cursos de Desenho, Publicidade e Escultura, mal podia prever o que o futuro lhe reservava. Regressando ao Brasil em 1989, começou a trabalhar com estilo. Depois passou a desenvolver coleções de jóias com brilhantes e pedras brasileiras. Mas em 1998, por influencia da escultora Sonia Ebling, resolveu ouvir uma voz interna que o arrastava para o caminho das artes. "Senti necessidade de tentar essa experiência", conta ele, que teve o desejo personificado nas esculturas de grandes felinos, uma de suas grandes paixões. "Eles são belos, sensuais e misteriosos", diz. Nessa época, Leopoldo, que sempre gostou de arte, teve a oportunidade de conhecer a escultora gaúcha Sônia Ebling. Ficou vivamente atraído pelo trabalho dela. "Entrando em contato com as suas obras, me senti motivado para fazer escultura", conta o artista, que prima pelo bom design, a beleza e a boa forma. Em 2002, ao ser apresentado para a diretora do Museu Nacional de Belas Artes, por Sônia Ebling, Leopoldo Martins teve seu nome aprovado pela Junta Curadora para expor seus trabalhos na Sala Bernadelli, a principal do Museu. Sua obra encontrou intensa ressonância na exposição intitulada "Os Grandes Felinos". "Foi um sucesso. Por lá passou gente do mundo inteiro.", lembra o artista.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Leopoldo Martins”, de Jacob Klintowitz, publicado pela editora ad2, em 2009 e com 204 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: ad2

Páginas: 204

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8562415014

ISBN13: 9788562415012

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jacob Klintowitz conduz o leitor a uma imersão na arte brasileira por meio de textos que combinam rigor crítico e sensibilidade. A prosa se apresenta clara e direta, mas com um toque de reverência que valoriza o processo criativo e a memória cultural. O ritmo é contemplativo, permitindo que cada obra visual ganhe espaço para ser percebida em sua complexidade e significado. A tensão está na articulação entre o olhar histórico e a celebração da liberdade artística, criando um equilíbrio entre análise e emoção. Frequentemente, o foco recai sobre a relação entre o artista, sua obra e o espaço social, convidando o leitor a refletir sobre a preservação da criatividade e da identidade cultural. Essa experiência é marcada por uma escrita que respeita o leitor, sem pressa, mas com firmeza na construção da narrativa.

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