
Título: Les Bienveillantes
Autor: Jonathan Littell
Sinopse: Fils du romancier américain Robert Littell, Jonathan Littell, né en 1967, signe à coup sûr le plus traumatisant des romans de la rentrée littéraire 2006. "Les Bienveillantes" (chez Eschyle, des divinités du Mal) est un roman à proprement parler hallucinant, rédigé en français, qui prend à bras le corps un sujet terrifiant: la vie, l'œuvre et la conscience d'un SS ayant pleinement participé à la mise en œuvre du génocide perpétré sur les juifs. Pourquoi? Chez Maximilien Aue, en suivant l'argument classique des nazis, par simple obéissance. Mais aussi par conviction. Celui qui dit "je" et qui nous parle à travers ses Mémoires est donc un bourreau, comme il en exista bien d'autres. Mais beaucoup plus que ça, Aue se distingue par sa grande complexité: il est un homme de goût, il est un homme torturé par un désir incestueux pour sa sœur, il est un homme d'action, engagés auprès des Einsatzgruppen SS, groupes de soldats chargés de liquider juifs et communistes sur le front de l'Est, il est un homme de réflexion…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Les Bienveillantes”, de Jonathan Littell, publicado pela editora Folio, em 2008 e com 1401 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Folio
Páginas: 1401
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 2070350894
ISBN13: 9782070350896
Sobre a editora
Os livros da editora Folio convidam o leitor a um mergulho em narrativas que transitam entre a história, a cultura e a literatura de reflexão profunda. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom que ora se detém em relatos densos e detalhados — como em obras que exploram civilizações antigas ou movimentos artísticos —, ora se volta para histórias pessoais e conflitos íntimos, com personagens que enfrentam dilemas emocionais e sociais complexos. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam rigor informativo e sensibilidade literária, com ritmo que pode variar do contemplativo ao tenso, conforme o tema. A diversidade aparece no contraste entre volumes mais narrativos, que exploram trajetórias humanas e paixões, e outros mais didáticos e ilustrados, que abordam contextos históricos e culturais com profundidade.
