
Título: Lexico Familiar
Autor: Natalia Ginzburg
Sinopse: “Neste livro, lugares, fatos e pessoas são reais. Não inventei nada”, escreve Natalia Ginzburg sobre sua obra mais célebre, Léxico familiar, de 1963. Nos anos 1930, como consequência da criação de leis raciais na Europa, inúmeras famílias foram obrigadas a deixar seu lar, tornando-se apátridas ou sendo literalmente destroçadas pela guerra que se seguiu. É nesse cenário que se inscrevem as memórias de Ginzburg. Nelas, o vocabulário afetivo de um clã de judeus antifascistas se contrapõe a um mundo sombrio, atravessado pelo autoritarismo. Trata-se de uma história de resistência, narrada em tom menor, e, sobretudo, da gênese de uma das escritoras mais poderosas do nosso tempo. “Natalia escreve com precisão e fluidez, com genuíno amor às pessoas e às palavras.” — Alejandro Zambra, em prefácio inédito escrito para esta edição “Uma obra-prima [...] Um romance que apresenta à geração de leitores de Elena Ferrante a incomparável obra de Natalia Ginzburg.” — The New Yorker
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Lexico Familiar”, de Natalia Ginzburg, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2018 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 256
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535929878
ISBN13: 9788535929874
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,317
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
