
Título: Liberdade e a lei: Os limites entre a representação e o poder
Autor: Bruno Leoni
Sinopse: Bruno Leoni foi certamente o mais importante pensador livre-mercadista da Itália da segunda metade do século XX, e apresenta aqui uma excepcional análise da relação da lei com a liberdade, seguindo Bastiat e, como muitos defendem, superando Hayek no rigor e na consistência de sua argumentação. Leoni explica os aspectos da lei sob a liberdade e mostra como os próprios legisladores acabam debilitando características como a estabilidade, a universalidade e a não arbitrariedade. Ele identifica o próprio estado como sendo a grande ameaça à velha noção liberal de império da lei. Leoni é um daqueles grandes pensadores que se tornou cada vez mais radical conforme foi amadurecendo, e, de certa forma, podemos ver a essência do rothbardianismo em seu pensamento neste clássico. Não se trata apenas de um excelente tratado da história do direito; trata-se também de um tratado essencial para se entender a verdadeira relação entre a lei e a economia de livre mercado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Liberdade e a lei: Os limites entre a representação e o poder”, de Bruno Leoni, publicado pela editora Ortiz, em 1993 e com 206 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ortiz
Páginas: 206
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Ortiz costumam oferecer uma leitura densa e reflexiva, focada em temas como filosofia política, história econômica e psicologia aplicada. A experiência de leitura frequentemente envolve análises críticas de estruturas sociais e econômicas, com textos que transitam entre o rigor acadêmico e abordagens acessíveis para o público interessado em compreender processos históricos e sociais. O tom varia entre o didático e o argumentativo, com ritmo que privilegia a reflexão profunda, sem pressa narrativa. As sinopses sugerem um interesse por temas que dialogam com a liberdade, ética, comunicação e transformações sociais, apontando para um público que valoriza o pensamento crítico e a contextualização histórica.
