
Título: Liberdade é azul: Crônicas da vida, da morte e da arte
Autor: Romildo Sant'Anna
Sinopse: O amor existe. Por isso moda de viola, bolero, tango, bossa nova, tropicália, moda nova. Por isso existem crônicas de Romildo Sant'Anna: amor na pena da pelota do estilingue, dos gumes do punhal, do corte de quem navalha. Romildo escreve com o pico do anzol de quem fisga a exuberância da vida do povo brasileiro, deste lugar e de outros, e também a profundeza da miséria insistente. Escreve com a sintaxe da Literatura, mas com as imagens do Cinema, os matizes da Pintura, os gestos do Teatro e da Dança, o senso da Escultura, o engenho da Arquitetura. Seu estilo é próprio e inconfundível, original, oriundo do método aplicado em suas aulas de professor, mestre, doutor, livre-docente para sempre. Pratica entusiasmo, criatividade, pedagogia transformadora, linguagem elaborada sobre os seres e o estar no mundo. Nunca vi alguém sair de sua palestra indiferente ou do mesmo jeito que elucubrava. As pessoas se tornam maravilhadas com o gosto da sabedoria, com o êxtase do conhecimento, com o poder heroico do saber e do querer sempre mais, para construir, com toda Arte, o viver dos humanos nesta Terra de Deus. Deus... que se encontra furioso com sua criatura.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Liberdade é azul: Crônicas da vida, da morte e da arte”, de Romildo Sant'Anna, publicado pela editora Arte & Ciência, em 2003 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Arte & Ciência
Páginas: 320
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788574731209
Sobre a editora
Os livros da editora Arte & Ciência convidam a uma leitura que combina clareza com profundidade, abordando temas que vão da ciência à cultura, da história social à educação. O catálogo revela um interesse marcado por narrativas que exploram processos humanos e sociais, seja na trajetória individual ou em contextos coletivos, como migrações, formação cultural e conflitos históricos. A linguagem tende a ser acessível, mas sem abrir mão do rigor, favorecendo tanto o leitor interessado em ensaios quanto aquele que busca histórias com carga emocional e reflexiva. Há obras que propõem uma imersão em realidades específicas, como o desenvolvimento humano, a identidade cultural nordestina ou a formação social brasileira, criando um contraste entre textos mais informativos e outros com tom narrativo e pessoal.
