
Título: Libertinos Barrocos
Autor: Michel Onfray
Sinopse: Há muito tempo, a tradição universitária evita debruçar-se sobre um continente soterrado e esquecido da filosofia. E há tempo demais ela sacraliza apenas os protagonistas mais austeros da grande guerra das ideias. Por quê? Porque a história da filosofia é escrita pelos vencedores de uma luta que, sem trégua, opõe idealistas a materialistas. Com o cristianismo, os primeiros tomaram o poder. Favoreceram então os pensadores que trabalhavam no mesmo sentido que eles e apagaram todo o vestígio defilosofia alternativa. Daí uma ocultação dos cínicos, dos cirenaicos, dos epicuristas, dos cristãos hedonistas, dos gnósticos licenciosos, dos irmãos e irmãs do Livre Espírito, dos libertinos barrocos, dos Ultras das Luzes, dos utilitaristas franceses e anglo-saxões, dos socialistas dionisíacos, dos nietzschianos de esquerda e de outros rebeldes ou furiosos. Esta ''''Contra-história da filosofia'''' conta a aventura desses vencidos, de sua sabedoria feliz, de seu pensamento luminoso, de sua arte deviver - de viver bem. De viver melhor.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Libertinos Barrocos”, de Michel Onfray, publicado pela editora WMF Martins Fontes, em 2009 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 312
Ano: 2009-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578271009
ISBN13: 9788578271008
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Wmf Martins Fontes oferecem uma experiência de leitura que transita entre o rigor acadêmico e a narrativa acessível, com obras que exploram desde a fantasia infantil até a filosofia e a história. O catálogo revela um interesse por temas culturais e científicos, frequentemente apresentados com linguagem clara, didática e, em alguns casos, com um toque de humor ou mistério. Há uma atenção especial a obras que dialogam com o patrimônio literário e a reflexão crítica, seja por meio de adaptações gráficas ou de textos que aprofundam questões filosóficas e sociais. O tom varia entre o informativo e o narrativo, com algumas obras de ritmo mais ágil e outras que exigem uma leitura mais contemplativa.
