
Título: Lições De Um Brasil Selvagem
Autor: Felix Richter
Sinopse: O termo proteção da natureza é equivocado. A natureza não precisa, tampouco pede para ser protegida. O correto seria qualificar a preservação do meio ambiente como proteção da humanidade. A natureza é um organismo de existência contínua, que simplesmente se adapta a uma infinidade de variáveis. Mesmo se o homem tentasse acabar com toda vida na terra, em algum abismo, talvez no fundo do oceano, sobreviveria uma colônia de bactérias. E destas bactérias evoluiria, em milhões de anos, um novo e complexo sistema de vida, talvez parecido, talvez oposto ao sistema de hoje. Ao preservar a natureza estamos garantindo a sobrevivência do ser humano. E este, é hoje, o grande desafio da humanidade garantir o nosso futuro.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Lições De Um Brasil Selvagem”, de Felix Richter, publicado pela editora Ceu Azul De Copacabana, em 2007 e com 72 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: Ceu Azul De Copacabana
Páginas: 72
Ano: 2007
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8587467220
ISBN13: 9788587467225
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,680
- Altura (cm): 23,50
- Largura (cm): 23,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Céu Azul De Copacabana oferecem uma experiência visual e narrativa que mescla a contemplação de paisagens brasileiras com histórias que exploram tanto a realidade quanto a ficção. O catálogo privilegia obras que valorizam imagens marcantes, como fotografias inéditas de regiões naturais e urbanas, e relatos que combinam o cotidiano com elementos de mistério e sobrevivência. Há uma atenção especial às cidades e ambientes brasileiros, apresentando contrastes entre natureza e urbanidade, além de enredos que se desdobram em múltiplas camadas, ora mais sensoriais, ora mais reflexivas. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com narrativas que convidam à imersão em atmosferas específicas, seja no pulsar das metrópoles ou no silêncio da mata.
