
Título: Life is so good
Autor: George Dawson
Sinopse: One man’s extraordinary journey through the twentieth century and how he learned to read at age 98 “Things will be all right. People need to hear that. Life is good, just as it is. There isn’t anything I would change about my life.”—George Dawson In this remarkable book, George Dawson, a slave’s grandson who learned to read at age 98 and lived to the age of 103, reflects on his life and shares valuable lessons in living, as well as a fresh, firsthand view of America during the entire sweep of the twentieth century. Richard Glaubman captures Dawson’s irresistible voice and view of the world, offering insights into humanity, history, hardships, and happiness. From segregation and civil rights, to the wars and the presidents, to defining moments in history, George Dawson’s description and assessment of the last century inspires readers with the message that has sustained him through it all: “Life is so good. I do believe it’s getting better.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Life is so good”, de George Dawson, publicado pela editora Penguin Books, em 2000 e com 260 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 260
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0141001682
ISBN13: 9780141001685
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
