
Título: Life on the ice
Autor: Roff Smith
Sinopse: Bicycling outside Melbourne, Australia, Smith decided to resurrect a childhood dream of traveling to Antarctica. After receiving a writer's grant permitting a seven-week visit, Smith quit his newspaper job, landed a freelance gig with Time, and headed south. Way south to Mawson, one of four year-round bases. What follows is a magical description of Mawson's last days (the base was to be shut down, with a new, huge complex opening nearby). Smith witnesses the final run of a geriatric sled dog team, the very last time dogs would be used in Antarctica, and the base handover ceremony. The trip had faded to a pleasant memory when the author was asked by National Geographic if he would like to spend the summer traveling all around Antarctica--visiting bases and field camps, the South Pole, even spending five weeks on a yacht exploring the Antarctic Peninsula. Smith is the most exceptional of travel writers: his portraits of people are deeply sympathetic, while his language is at once lyrical and knowledgeable. Not to be missed. (Rebecca Maksel)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Life on the ice”, de Roff Smith, publicado pela editora Allen & Unwin, em 2002 e com 206 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Allen & Unwin
Páginas: 206
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1865088498
ISBN13: 9781865088495
Sobre a editora
Os livros da editora Allen & Unwin apresentam uma experiência de leitura que varia entre narrativas intensas de suspense e thrillers policiais, histórias de amadurecimento juvenil e relatos que exploram as complexidades das relações humanas. O catálogo sugere um equilíbrio entre tramas mais narrativas, como romances que exploram a vida cotidiana e dilemas pessoais, e obras que trazem um tom mais investigativo e tenso, com mistérios e crimes. Muitas histórias se passam em cenários urbanos contemporâneos, como Sydney e Melbourne, enquanto outras exploram contextos históricos ou culturais específicos, incluindo viagens e mudanças de vida. A linguagem tende a ser acessível, com ritmo que pode variar do ágil e envolvente ao mais reflexivo e emotivo.
