
Título: Limit #1: Keiko Suenobu
Sinopse: Limit Vol.1 - 12 Oktober 2012 Dich faszinieren Storys wie "Battle Royale" oder du schaust gerne die TV-Serie "Lost"? Dann wird dich Limit nicht mehr loslassen, denn der Manga geht unter die Haut. Schonungslos deckt er die Schwächen der menschlichen Natur auf und zeigt, was an die Oberfläche kommt, wenn es um das nackte Überleben geht! Auf dem Weg ins Sommercamp kommt es zu einem schrecklichen Busunfall und die beliebte Schülerin Konno muss entsetzt feststellen, dass fast all ihre Kameradinen umgekommen sind. Der Bus ist in ein Tal gestürzt und dort sind die Überlebenden nun gefangen. Ein Mädchen findet die einzige Waffe und beginnt sich für das Mobbing ihrer Mitschüler zu rächen...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Limit #1: Keiko Suenobu”, de Keiko Suenobu Keiko Suenobu nasceu em 1979, em Kitakyushu, na província de Fukuoka, no Japão. Autora de mangás do estilo shojo, ela se formou na Escola de Artes e Design da Universidade de Tsukuba, com especialização em escultura. Em 2006, uma de suas obras, Life, ganhou o ..., publicado pela editora Egmont Manga, em 2012 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Egmont Manga
Páginas: 192
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: alemão
ISBN: 3770478738
ISBN13: 9783770478736
Sobre a editora
Os livros da editora Egmont Manga trazem narrativas que transitam entre dramas humanos intensos e histórias de sobrevivência em ambientes fechados e ameaçadores. O catálogo privilegia personagens que enfrentam conflitos psicológicos profundos, como traumas, compulsões e relações afetivas complexas, muitas vezes permeadas por elementos de mistério ou sobrenatural. A leitura costuma envolver um ritmo que alterna momentos de tensão crescente e pausas para o desenvolvimento emocional, com uma linguagem que combina o visual dos mangás e HQs com temas adultos. Há obras que exploram o cotidiano com um tom mais intimista e outras que mergulham em situações extremas de isolamento e perigo, criando um contraste marcante no conjunto.
