
Título: L'immagine diario del silenzio
Autor: Paolo Biscottini
Sinopse: La lettura dellimmagine scava nelle profondità dellanimo e ne disvela il sentire. è memoria che silenziosamente riveste il presente, dilatandolo oltre i confini del tempo. La riflessione su alcune opere darte e una breve digressione su Rothko, visto per la prima volta a sedici anni, conducono lautore al misterioso farsi della poesia e dunque dellarte, dove ritrovarsi e scoprire con uno sguardo nuovo il mondo intero. Paolo Biscottini vive a Milano dove dirige il Museo Diocesano, di cui è stato uno dei fondatori alla fine degli anni Novanta. È stato direttore dei Musei Civici e della Villa Reale di Monza e di Palazzo Reale a Milano. Attualmente affianca alla direzione del Museo linsegnamento di Museologia e di Istituzioni di Storia dellArte allUniversità Cattolica di Milano, dove dirige un Master in Museologia e Museografia. Ha realizzato mostre di arte moderna e contemporanea, e pubblicato libri, cataloghi e saggi di Storia dellArte e di Museologia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’immagine diario del silenzio”, de Paolo Biscottini, publicado pela editora Mimesis, em 2019 e com 56 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mimesis
Páginas: 56
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: italiano
ISBN: 8857558509
ISBN13: 9788857558509
Sobre a editora
Os livros da editora Mimesis convidam a uma leitura que transita entre o pensamento crítico e a reflexão cultural, frequentemente ancorada em análises filosóficas, sociológicas e históricas. A experiência de leitura tende a ser densa e profunda, com obras que exploram temas como a subjetividade, o luto, a memória, as dinâmicas sociais e políticas, e as tensões entre indivíduo e coletivo. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que dialogam com a teoria e outras que se apresentam em formatos mais narrativos, como sagas familiares ou análises de fenômenos culturais, sempre com um tom que privilegia a complexidade e o rigor conceitual.
