
Título: Livro De Linhagem
Autor: Silva e
Sinopse: O diplomata Alberto da Costa e Silva, historiador, memorialista, ensaísta, de quem a Imprensa Oficial publicou em 2009, o livro "O quadrado amarelo", apresenta-se agora com o conjunto de poemas escritos entre 1963 e 1965, reunidos no "Livro de linhagem". Inédito no Brasil, o livro foi publicado em Portugal, e distribuído aos amigos como uma lembrança do Natal de 1966. Os poemas evocam Amarante, no Piauí, cidade onde nasceu o pai de Alberto, também poeta. Evocam ainda Sobral, Viçosa, incluindo os Sonetos rurais, com que o poeta encerra o livro. Como escreveu Izacyl Guimarães Ferreira, em ensaio na revista Agulha, "Livro de linhagem é também um corajoso corte entre a direta clareza dos poemas dos 20 anos e a claridade madura dos poemas seguintes. Chega a ser obscuro aqui e ali, por cifrado o recordar de antepassados, quase uma narrativa de acontecimentos apenas esboçados, uma evocação de estranha e incomum beleza.". Desenhado por Tòssan, cuja orientação gráfica deu ao livro a configuração delicada de um azulejo português do sec. XVIII, já na capa e nas dimensões da edição, o livro se confirma como objeto extraordinário.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Livro De Linhagem”, de Silva e, publicado pela editora Imprensa Oficial do Estado, em 2010 e com 56 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Imprensa Oficial do Estado
Páginas: 56
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8570608438
ISBN13: 9788570608437
- Encadernação: FLEXIVEL
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 14,50
- Largura (cm): 14,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Imprensa Oficial do Estado apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade entre obras que transitam entre o memorialismo poético e o rigor documental. O catálogo reúne desde coletâneas de poemas com evocações locais e tratamento gráfico cuidadoso, até estudos aprofundados sobre arquitetura militar e análises históricas de instituições brasileiras. Há também registros visuais e narrativos que exploram paisagens naturais e culturais, como fotografias de árvores centenárias e pinturas da Amazônia, evidenciando uma atenção especial à memória e à identidade regional. O tom das obras varia entre o ensaístico, o didático e o evocativo, com textos que ora convidam à reflexão histórica, ora à contemplação estética. Essa combinação sugere um público leitor interessado em temas culturais, históricos e artísticos, com uma abordagem que privilegia tanto a pesquisa detalhada quanto o resgate afetivo.
