
Título: Livro do Desassossego
Autor: Fernando Pessoa
Sinopse: "O que temos aqui não é um livro mas a sua subversão e negação", escreve o pesquisador Richard Zenith no estudo que introduz o Livro do Desassossego; este é "o livro em potência, o livro em plena ruína, o livro-sonho, o livro-desespero, o antilivro, além de qualquer literatura. O que temos nestas páginas é o gênio de Pessoa no seu auge". Deste conjunto de centenas de fragmentos, Fernando Pessoa publicou apenas doze. Neles o semi-heterônimo Bernardo Soares, empregado de escritório tal como Pessoa, atua como narrador principal, mas não exclusivo. Os temas não deixam de ser adequados a um diário íntimo: a elucidação de estados psíquicos, a descrição das coisas através dos efeitos que elas exercem na mente, reflexões e devaneios sobre a paixão, a moral, o conhecimento. Com estes fragmentos, Fernando Pessoa cria o mundo e o obriga a refletir-se nas palavras. Seu tom é sempre o de uma intimidade que nunca encontrará o ponto de repouso.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Livro do Desassossego”, de Fernando Pessoa, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2002 e com 536 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 536
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8571648573
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
