
Título: Lobisomem: O Apocalipse
Autor: Mark Rein-Hagen
Sinopse: Num planeta sombrio e assustador, a natureza é consciente e povoada pelos espíritos criados por Gaia, a Mãe Terra, responsáveis por todos os aspectos do mundo — plantas, animais, elementos e ideais. Os principais agentes de Gaia — Lobisomens ou Garou — são híbridos entre homens e os espíritos de animais, metamorfos com funções determinadas na Aurora dos Tempos. Esses agentes sobrenaturais se dividiram em grupos relacionados com os aspectos da Mãe, chamadas de Tribos, zelando pelo equilíbrio entre as forças naturais indestrutíveis do planeta, auxiliados pelos espíritos da Lua, do Sol e de todos os animais. Gaia passou a ser ameaçada quando os lacaios do inimigo começaram a depredar as florestas e as montanhas, alterando e moldando o planeta para atender às suas necessidades intermináveis. A Mãe ordenou que o mal fosse controlado ou erradicado... mas isso nunca aconteceu. O fim dos tempos se aproxima e a luta pelo equilíbrio perdeu o sentido. Agora, os sinais do lendário Apocalipse emergem nas noites finais e os lobisomens se esforçam para salvar a própria vida na Terra e criar uma esperança para as gerações futuras.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lobisomem: O Apocalipse”, de Mark Rein-Hagen, publicado pela editora Devir, em 1996 e com 300 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Devir
Páginas: 300
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575320904
ISBN13: 9788575320907
Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
