
Título: Lobo Vermelho
Autor: Everton Gullar
Sinopse: Depois do trabalho, sem dormir, Térbio só precisa parar na padaria da Velha. Pedir algo para comer, beber café e seguir até o terminal. Ir para casa, enfim. Já está amanhecendo. É dura a vida de vigia. Muitas noites em claro, fumando e caminhando, esperando o tempo se jogar pela janela. Não, ele não pode afirmar que odeia sua vida, mas está longe de ser lúcida. Sem emoção, sem exemplos, muito entediante. Cheia de sombras do passado. Contudo, Térbio não poderia prever que sua vida mudaria completamente, no caminho, até o terminal, se depara com um corpo dentro da imensa lixeira. Com cautela, vence o medo, se aproxima do corpo e percebe, é uma mulher, está ferida e que a pele suja de sangue e lama ainda mexe no peito, movida por respiração. O corpo ainda tem vida! Ele está no meio da cidade, amanhecendo, com um corpo semimorto, com sono e exausto. O dia já não será mais o mesmo...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lobo Vermelho”, de Everton Gullar, publicado pela editora Bestiário, em 2019 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bestiário
Páginas: 154
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Bestiário convidam o leitor a navegar por territórios literários que misturam história, memória e experimentação formal. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, como legistas obcecados ou narradores fragmentários, que desafiam a linearidade tradicional. O catálogo revela uma atenção especial a temas culturais e sociais, desde a Idade Média até o Brasil contemporâneo, com abordagens que transitam entre o ensaio histórico e a ficção literária. A linguagem varia entre o didático e o poético, com textos que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, e que se destacam pelo rigor estético e pela densidade emocional. O tom pode ser ao mesmo tempo sóbrio e sensorial, com narrativas que valorizam a memória e a construção de sentidos através de múltiplas vozes.
