
Título: Locus solus
Autor: Raymond Roussel
Sinopse: Locus Solus, publicado em 1914, é considerado o principal livro de Raymond Roussel (1877-1933), autor que fascinou os surrealistas, os nouveaux romanciers e pensadores como Michel Foucault e Gilles Deleuze e que, segundo César Aira, através de seu procedimento, deixou, pela primeira (e única?) vez, a literatura nua. A tradução contou com o apoio do Centre National du Livre, que concedeu ao tradutor uma bolsa e uma estadia de três meses no Collège International des Traducteurs Littéraires. A edição conta também com uma apresentação do tradutor, um prefácio de Raúl Antelo e um posfácio do crítico francês Pierre Bazantay, um dos maiores estudiosos da obra de Roussel, co-autor do Pequeno dicionário de Locus Solus. O projeto gráfico, concebido e executado por Marina Moros, se inspira na “cibernética aplicada à literatura” de Roussel (como aponta Enrique Vila-Matas), utilizando imagens de invenções patenteadas em 1914, o desenho da famosa demoiselle hie feito por Jean Ferry a partir do texto de Roussel e o estudo de Leonardo da Vinci sobre a impossibilidade do moto perpétuo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Locus solus”, de Raymond Roussel, publicado pela editora Cultura e Barbárie, em 2013 e com 344 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultura e Barbárie
Páginas: 344
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788563003164
Sobre a editora
Os livros da editora Cultura e Barbárie costumam oferecer uma experiência de leitura que desafia o leitor a navegar entre filosofia, sociologia e literatura com densidade conceitual. As obras frequentemente exploram temas complexos como a relação entre animalidade e humanidade, a crítica das tradições políticas e culturais, e reflexões profundas sobre linguagem, loucura e história. O tom varia entre o rigor acadêmico e a prosa fragmentária, com textos que ora se aproximam da fábula ou do thriller conceitual, ora da análise crítica detalhada. O catálogo sugere um público interessado em pensar a cultura a partir de perspectivas filosóficas e históricas, em narrativas que não se prendem a linearidades fáceis, mas que convidam à reflexão e ao debate.
