
Título: L'oeil vivant (Tome 2) - La Relation critique
Autor: Jean Starobinski
Sinopse: Suite de L'œil vivant, cet ouvrage est consacré à la critique. Jean Starobinsky s'attache à établir les principes d'une critique de la relation, capable de coordonner les méthodes de la stylistique, de l'histoire des idées et de la psychanalyse. Une nouvelle interprétation d'un épisode des Confessions de Rousseau illustre le rapport de la théorie critique et de son application. Qu'est-ce qu'interpréter ? C'est déchiffrer, et c'est aussi imaginer. La deuxième partie passe donc en revue les divers champs de l'imagination : la parole, l'image, le corps. Et la troisième, traitant des rapports de la littérature et de la psychanalyse, pose une question déconcertante : quelle est la part d'imaginaire qui s'immisce dans la lecture psychanalytique ? Comme toujours, Jean Starobinski se révèle un maître-lecteur, qui incite à lire ou relire les grands livres.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’oeil vivant (Tome 2) – La Relation critique”, de Jean Starobinski, publicado pela editora Editions Gallimard, em 2014 e com 420 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editions Gallimard
Páginas: 420
Ano: 2014
Edição: Ed. rev. et augm
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9782072267949
ISBN13: 9782072267949
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editions Gallimard oferece um mergulho em narrativas que transitam entre o histórico e o íntimo, com textos que exploram desde autobiografias densas até contos que revelam o lado mais cru e humano dos personagens. O catálogo privilegia uma prosa que valoriza a complexidade das relações sociais e psicológicas, frequentemente ambientadas em contextos históricos marcantes, como a Renascença ou o apartheid. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com histórias que podem ser tanto reflexivas quanto marcadas por conflitos dramáticos e intrigas. Em algumas obras, o ritmo é mais pausado e reflexivo, enquanto outras apresentam um desenrolar mais ágil e suspense, evidenciando a diversidade editorial.
