
Título: Lógica Informal
Autor: Douglas N. Walton
Sinopse: Este é um manual introdutório aos princípios básicos de como construir bons argumentos e como criticar os maus. Não tem uma abordagem técnica e baseia-se em 150 exemplos representativos, cada um discutido de maneira clara e explicativa. O professor Walton, uma das principais autoridades no campo da lógica informal, explica como ocorrem os erros, as falácias e outras falhas importantes de um argumento. Mostra que o uso correto dos argumentos baseia-se em estratégias sólidas de persuasão irracional e respostas críticas. Entre os muitos temas tratados, temos: formas de argumento válido, pertinência, apelos á emoção, ataque pessoal, usos e abusos da opinião de especialistas, problema no uso das estatísticas, termos tendenciosos, equívocos, argumentos derivados da analogia e técnicas para fazer perguntas, responder a elas, e criticá-las. O livro é ideal para cursos de lógica informal e de introdução a filosofia. É útil também para estudantes de pragmática, retórica e comunicação no discurso oral.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lógica Informal”, de Douglas N. Walton, publicado pela editora Martins Fontes, em 2006 e com 410 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 410
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8533622872
ISBN13: 9788533622876
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
