
Título: Lógica Simbólica
Autor: Leônidas Hegenberg
Sinopse: A lógica é inata e ínsita em nossa estrutura mental. Mas, nem por isso é perfeita. Ao contrário, como tudo que é natural, é passivel de disciplina e sistematização para alcalçar um perfeito rendiemnto. Aristóteles foi o primeiro a tentar essa primeira ordenação do raciocínio, compendiando as suas conclusões no seu Organon. Desde então, sua obra passou a ser tida perfeita, de modo a se afirmar que, em matéria de lógica, nada mais se devia acrescentar, a Aristoteles. Mas a verdade é que sua lógica veio sofrendo, através dos tempos, inúmeras contribuições e aperfeiçoamentos, merecendo um estudo especial por parte de Petrus Hispanus, mais tarde João XXII, cuja obra Summae Logicales, muitas vezes impressa e publicada, é tida, até hoje, como o tratado de lógica que mais influência exerceru. Na Faculdade das Artes em Paris, na primeira metade do seculo XIII, a lógica constituiu i ponto central dos estudos, o que se deduz do numero das "quaestiones" a ela consagradas. Sabemo-lo por uma coleção de "Quaestiones", que Martin Grabmann descobriu em Barcelonam e que se referia à ordenação dos estudos na faculdade de Paris. E qual teria sido a missão da lógica naqueles tempos? Guilherme de Shyres-wood, no seu Introduction in Logicam, muito bem determinada: "a lógica tem por tarefa o vere loqui, distinguindo-se assim da gramática, que é a arte do recte loqui, e da retórica, que nos ministra as regras do ornate loqui. Como toda ciência, a lógica, que pe antes um instrumento para se chegar à ciência, também esteve sujeita à evolução. Na era grega, a lógica era a ciência que nso permitia atingir a realidade, atribuinod-se ou negando-se algo à substância. Com o advento do Cristianismo e até os fins da Idade Média, a lógica tinha por missão deduzir verdades, atraves dos dogmas revelados, de modo que um gênio eminentemente racional, como Tomas de Aquino, era levado a afirmar que de acordo com a Fé deve ser reputado como falso. Na Idade Moderna, porém, com o enfraquecimento da Fé, a lógica deixou de jogar com o "concreto" e com a "verdade", passando simplesmente a regulamentar o correto encadeamento do raciocínio. No fim do século passado, o advento do "calculo de proposições" e sua respectiva interferência nas matemáticas exigia, da parte destas, uma análise lógica dos seus princípios, depurando-os de toda falsidade e redundancia. Isso deu lugar ao que chama hoje de Lógica Simbólica ou Matemática. E todo o trabalho dos mpesquizadores, neste sentido, foi compreendido, no início deste século, por Russel e Whitehead, nos Principia Mathemática. A Lógica Simbólica é, desde então, um corpo de doutrina, ou uma ciência, pela qual são estabelecidas as leis formais que regem o encadeamento correto do raciocínio. E é iso que o Prof. Hegenberg, clara e metodicamente, expõe netse livro, com que brindou a literatura cienctífica brasileira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lógica Simbólica”, de Leônidas Hegenberg, publicado pela editora Editora Herder, em 1966 e com 375 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Herder
Páginas: 375
Ano: 1966
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
