
Título: Los muertos de nuestras guerras (Colección Andanzas)
Autor: Federico Lorenz
Sinopse: La Gran Guerra ha terminado y el capitán Llwyfen, veterano galés oriundo de la Patagonia argentina, recorre los campos de batalla de Flandes para exhumar los restos de soldados británicos, identificarlos y sepultarlos en los nuevos cementerios en construcción. Trabaja para honrar a los caídos y facilitar el duelo colectivo, en vísperas del entierro del Soldado Desconocido en Londres. Iván Bawtree, fotógrafo oficial inglés, debe documentar la misión. La relación entre el exhumador y el fotógrafo es recelosa. No están de acuerdo en sus objetivos ni en la forma de recordar la guerra. Llwyfen libra, además, una batalla con su propia memoria, y confronta a cada lector con la suya. Una sensible reflexión sobre la dignidad de la muerte que explora los frágiles límites entre pasado, presente y futuro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Los muertos de nuestras guerras (Colección Andanzas)”, de Federico Lorenz, publicado pela editora Tusquets Editores, em 2013 e com 264 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tusquets Editores
Páginas: 264
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789876701662
Sobre a editora
Os livros da editora Tusquets Editores costumam explorar narrativas densas e multifacetadas, onde o conflito interno e as relações humanas ganham destaque. As histórias frequentemente se passam em ambientes urbanos ou contextos históricos marcados por tensões sociais e políticas, como comunidades afetadas por terrorismo ou dramas familiares complexos. A linguagem tende a ser elaborada, com um ritmo que pode variar entre o introspectivo e o mais ágil, dependendo do tom da obra, que ora é mais melancólico e reflexivo, ora mais irônico e até humorístico. O catálogo revela uma predileção por personagens que enfrentam dilemas morais profundos, crises existenciais ou situações-limite, seja em romances psicológicos, ensaios filosóficos ou relatos que mesclam o real e o simbólico.
