
Título: Los ojos de los enterrados
Autor: Miguel Ángel Asturias
Sinopse: Los ojos de los enterrados -tercer tomo de este ciclo iniciado con Viento fuerte y El papa verde- concluye este gran fresco guatemalteco. La oscura población indígena, llevada al límite por exigencia de sus amos y estimulada por la elocuencia de los agitadores, pasa a la acción. Si se hace abstracción de las ideas nuevas, y extrañas a su espíritu, que inspiran esa lucha, estos indígenas aparecen como herederos de los mayos que resistieron la invasión de los conquistadores. Los ojos de los enterrados, con sus colores cálidos y violentos, hace pensar en las antiguas pinturas de los templos mayas, particularmente e esa "galería de batallas" de las dinastías guatemaltecas desaparecidas que es el templo de Bonampak. Miguel Ángel Asturias también parece inspirado por el "espíritu de la tierra" y es esto lo que otorga a sus libros un relieve tan vigoroso.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Los ojos de los enterrados”, de Miguel Ángel Asturias, publicado pela editora Alianza, em 1982 e com 480 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alianza
Páginas: 480
Ano: 1982
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora ALIANZA costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com diversidade temática, transitando entre ensaios filosóficos, narrativas literárias e análises históricas. O catálogo apresenta obras que exploram desde reflexões profundas sobre a condição humana e a literatura, até estudos detalhados sobre civilizações antigas e movimentos artísticos do século XX. O tom varia entre o didático e o lírico, com textos que ora dialogam com o leitor por meio de jogos narrativos, ora apresentam análises minuciosas, sempre com densidade e cuidado na linguagem. Há uma presença marcante de obras que dialogam com tradições clássicas e debates contemporâneos, mostrando um equilíbrio entre o passado e o presente.
