
Título: Los que van a morir (Comisario Alec Blume)
Autor: Conor Fitzgerald
Sinopse: «Lectores de género: estamos de enhorabuena.» William Boyd El sagaz comisario Alec Blume se estrena en nuestro país con un extraño caso de asesinato: ha aparecido un cadáver en una céntrica plaza de la ciudad de Roma. Lo que en principio parece el cuerpo sin vida de un vagabundo pronto se revelará como uno de los casos más enrevesados a los que ha tenido que hacer frente en su carrera. Cuando Blume descubre el diario del fallecido, se da cuenta de que en realidad es un talentoso falsificador de arte. Blume se encuentra en terreno familiar: él es hijo de una pareja de historiadores del arte, fallecidos en trágicas circunstancias. ¿Qué secretos conocía el supuesto vagabundo? ¿Por qué la policía trata de restarle importancia al caso? ¿Qué se esconde en la Galería Orpiment? Entre calles romanas, galerías de arte, las mejores cafeterías y pizzerías de la ciudad, rodeado de intrigas de un libro dentro de otro libro y de un Velázquez inédito, Blume arriesgará la vida enfrentándose a un entramado altamente corrupto. Reseñas: «Apuesto todo mi dinero a que Alec Blume se convertirá en el detective más célebre de la próxima década.» Afric McGlinchey «Viajemos hasta las calles de Roma, merece la pena conocer a Alec Blume.» Sunday Times
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Los que van a morir (Comisario Alec Blume)”, de Conor Fitzgerald, publicado pela editora RESERVOIR BOOKS e em 2012, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: RESERVOIR BOOKS
Páginas: 0
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788439726296
Sobre a editora
Os livros da editora Reservoir Books oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e visuais marcantes, transitando entre o ensaio gráfico, o thriller psicológico e a ficção especulativa. O catálogo sugere um interesse por temas contemporâneos e complexos, como a influência das redes sociais na percepção do corpo, o impacto da memória histórica e as dinâmicas familiares sob tensão. A linguagem costuma ser direta e envolvente, com um tom que pode variar da ironia cáustica à melancolia sensível, muitas vezes apoiada em recursos visuais como quadrinhos e ilustrações detalhadas. Há obras que exploram o lado sombrio da natureza humana, enquanto outras se concentram em relatos íntimos e delicados, mostrando uma diversidade que vai do thriller à narrativa gráfica e ao ensaio fotográfico.
